alexmontoanelli

a little fun!

Códigos para seu N95

Abaixo uma lista dos códigos disponiveis para o N95:

Retirado de:
myn95.com

————–
Please apply these codes at your own risk!
If you are not completely crazyand use them appropriately, they can
indeed come in quite handy one day!

*#06# – IMEI (serial number).
Structure of the IMEI:XXXXXX (TAC) XX (FAC) XXXXXX (SNR) X (SP)
TAC = type approval code
FAC = final assembly code
SNR = serial number
SP = spare

*#0000# – phone model, firmware version and date

*#7370# or *#res0# – full phone format, wipes everything clean. default
security code 12345 until changed by the user

*#7780# – phone reset, clears settings without deleting most data.
default security code 12345 until changed by the user

*#7370925538# or *#res0wallet# – deletes everything in the wallet,
in case of lost password

*#92702689# or *#war0anty# – lifetime timer

*#2820# or *#bta0# – displays the N95’s bluetooth MAC address

*#62209526# or *#mac0wlan# – displays the N95’s WLAN MAC address

[Green]+[def3]+[*+] – fail-safe reformat, use this as a last resort
if the regular format codes do not work or if the phone won’t completely boot normally

Abraços

April 26th, 2008 by alexm

Fotos sem o ‘barulhinho’ do ‘click’

Simples dica para quando você precisa tirar fotos e o local pede silêncio.

Ao invés de instalar programas como o ‘ccam’ ou trocar o som do ‘click’
por um silencioso, apenas ative o perfil ‘silencioso’ do celular e pronto.

Dica rápida, segure # por alguns segundos e você alternará entre os perfis
normal e silencioso.

Abraço e Até.

April 26th, 2008 by alexm

Trabalhando com Banco de Dados no ZendFrameWork – Parte 1

Bem, sou fã incondicional do Framework da Zend.

Um de seus componentes é Zend_DB, que faz toda a parte de conexão, e manipulação do Banco de dados.

Irei neste artigo apenas explicar de forma básica como realizar a conexão com o banco de dados, e executar algumas operações de sql , de uso diário.

Tendo o ZendFrameWork corretamente instalado e configurado em seu ‘include path’, poderemos prosseguir.

Abaixo exemplo de conexão a um banco Mysql, usando o driver Pdo_Mysql:

$config = array
	(
		'host' => 'localhost',
		'username' => 'usuariodobanco',
		'password' => 'senhadobancodedados',
		'dbname' => 'nomedobancodedados'
	)
 
$_resource = Zend_Db::factory('Pdo_Mysql', $config);

Na variavel $_resource você receberá um objeto do tipo ‘Zend_Db_Adapter_Abstract’.

Podemos recurperar um resultado de um select com o seguinte código:

$sql = "SELECT * FROM cidades WHERE nome = 'Tijucas'";
 
$result = $_resource->fetchAll($sql);

Por padrão, fetchAll retorna um array de linhas de forma associativa.

As chaves dos arrays são as colunas ou aliases selecionadas na sql.

Bom pra começar e ter uma idéia é isso.

O assunto é extenso, passando desde classes para manipular a tabela, as linhas da tabela, a controle de statment ( begin, comit, rollback) entre outros.

Até a próxima.

December 12th, 2007 by alexm
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Automatize a criação de Vhosts com o mod_macro no apache

Mãos a Obra:

Página do módulo: http://www.coelho.net/mod_macro/

Para instalar no Gentoo, apenas digite:

emerge mod_macro

e espere terminar, após isso, edite o arquivo /etc/conf.d/apache2/ e adicione na linha APACHE2_OPTS a seguinte entrada: “-D MACRO”

Agora vamos criar nosso template de vhost.
Criamos o arquivo ‘/etc/apache2/vhosts.d/01.vhosts.macro.conf, com o seguinte conteudo

<macro Virtual $server $docroot>
<virtualhost>
        servername $server
        documentroot $docroot
 
        <ifmodule>
                ServerEnvironment apache apache
        </ifmodule>
</virtualhost>
</macro>
 
Include /etc/apache2/vhosts.d/vhosts.include

e no arquivo Include /etc/apache2/vhosts.d/vhosts.include, indicamos nossa macro e passamos os parâmetros:

 Use Virtual meusite1.com.br /var/www/meusite1.com.br/htdocs/
 Use Virtual meuoutrosite.com.br /var/www/meuoutrosite/htdocs/

Bom é isso, muito menos código em seus arquivos para criar vhosts.

Abraços

December 8th, 2007 by alexm

Dicas função __autoload()

Olá,

Pra quem não sabe, existe um método ‘mágico’ usado como ultima tentativa para carregar uma classe antes que o PHP retorne um erro.

Esse método tem a seguinte assinatura:

__autoload($className);

O argumento de entrada recebido é o nome da classe que o Interpretador esta procurando.

Então se sempre usarmos as boas práticas e tivermos nossos arquivos e classes em uma Estrutura hierárquica bem organizado podemos utilizar o método a nosso favor, e dar adeus a requires_onces em nossas classe, veja o exemplo abaixo:

Diretório: Unetvale:
Arquivo: Core.php -> Classe: Unetvale_Core
Arquivo: Auth.php -> Class: Unetvale_Auth
Arquivo: Auth/Lib/Ldap.php -> Class: Unetvale_Auth_Lib_Ldap

function __autoload($className){
 
     if (ereg('_', $className)) {
 
       $file = null;
       $path = str_replace('_', DIRECTORY_SEPARATOR, $className);
       $file = $path . '.php';
 
       require_once($file);
 
     }
 
}

Pronto, basta ter o include_path apontando tambem para os diretorios onde temos nossa bibliotecas e esta tudo resolvido.

abraços

December 6th, 2007 by alexm

Escreva seu código de forma legivel

É mais fácil para debugar e mante-lo mais tarde.

Escrever um codigo legivel, organizado,usando tabulação, nomes auto-sugestivos, e fazendo a aplicação em partes pequenas, funcionais, e reusáveis.

Abaixo um exemplo básico de como NÃO fazer:

if($c!==mir($c)){$d=strtolower(mirC($c));}else{$d=$c;}

e abaixo um exemplo mais organizado:

if ($input !== checkForSpellingErrors($input))
{
	$output = strtolower(correctSpelling($input));
}
else
{
	$output = $input;
}

Mais fácil não ?

December 5th, 2007 by alexm