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	<title>alexmontoanelli &#187; freebsd</title>
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	<description>a place to have some fun..</description>
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		<item>
		<title>Autenticação centralizada com Ldap, usando Postfix, Dovecot e Samba: Parte2</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/08/autenticacao-centralizada-com-ldap-usando-postfix-dovecot-e-samba-parte2/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/08/autenticacao-centralizada-com-ldap-usando-postfix-dovecot-e-samba-parte2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 18:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[ldap]]></category>
		<category><![CDATA[nss]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é a segunda parte desta série. A primeira etapa você confere aqui. Hoje vamos configurar a libnss e o nsswitch.conf, para que o sistema possa ver os usuários cadastrados na base ldap. Antes vamos criar o seguinte arquivo ldif,  inserindo alguns usuarios e grupos na nossa base: dn: ou=usuarios,dc=empresa,dc=com,dc=br objectClass: organizationalUnit objectClass: top ou: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é a segunda parte desta série.<br />
A primeira etapa você confere <a href="http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/08/autenticacao-centralizada-com-ldap-usando-postfix-dovecot-e-samba/">aqui</a>.</p>
<p>Hoje vamos configurar a <a href="http://www.padl.com/OSS/nss_ldap.html">libnss</a> e o nsswitch.conf, para que o sistema possa ver os usuários cadastrados na base ldap.</p>
<p>Antes vamos criar o seguinte arquivo ldif,  inserindo alguns usuarios e grupos na nossa base:</p>
<pre>dn: ou=usuarios,dc=empresa,dc=com,dc=br
objectClass: organizationalUnit
objectClass: top
ou: usuarios

dn: ou=grupos,dc=empresa,dc=com,dc=br
objectClass: organizationalUnit
objectClass: top
ou: grupos

dn: ou=machines,ou=usuarios,dc=empresa,dc=com,dc=br
objectClass: organizationalUnit
ou: machines

dn: cn=meugrupo,ou=grupos,dc=empresa,dc=com,dc=br
objectClass: posixGroup
objectClass: top
gidNumber: 10000
cn: meugrupo

dn: uid=meuusuario,ou=usuarios,dc=empresa,dc=com,dc=br
objectClass: shadowAccount
objectClass: posixAccount
objectClass: inetOrgPerson
objectClass: organizationalPerson
objectClass: person
homeDirectory: /home/meuusuario
loginShell: /bin/false
uid: meuusuario
cn: meuusuario
uidNumber: 10000
sn: meuusuario
gidNumber: 10000
givenName: Meu Usuario</pre>
<p>Após criar os usuários, insira eles na base com o seguinte comanda:</p>
<pre>slapadd -l meuarquivo.ldif # para usar com a base em modo off-line, ou
cat meuarquivo.ldif | ldapadd -W -D "cn=Manager,dc=empresa,dc=com,dc=br"</pre>
<p>Agora vamos instalar o <a href="http://www.padl.com/OSS/nss_ldap.html">nss_ldap</a>, no freebsd, execute o seguinte comando:</p>
<pre>cd /usr/ports/net/nss_ldap/
make install</pre>
<p>Vamos editar o arquivo /usr/local/etc/nss_ldap.conf para que fique da seguinte forma:</p>
<pre>host 127.0.0.1
base dc=empresa,dc=com,dc=br
ldap_version 3
rootbinddn cn=Manager,dc=empresa,dc=com,dc=br
port 389
scope sub
timelimit 30
bind_timelimit 30
bind_policy hard
nss_connect_policy persist
nss_paged_results yes
pagesize 1000
pam_login_attribute uid
pam_lookup_policy yes
nss_base_passwd         ou=usuarios,dc=empresa,dc=com,dc=br?sub
nss_base_shadow         ou=usuarios,dc=empresa,dc=com,dc=br?sub
nss_base_group          ou=grupos,dc=empresa,dc=com,dc=br?one</pre>
<p>Criamos o arquivo /etc/ldap.secret, contendo a senha do Manager</p>
<pre>echo "mInhaSenh@Secr37A" &gt; /etc/ldap.secret
chmod 600 /etc/ldap.secret</pre>
<p>Agora modificamos o /etc/nsswitch.conf para que fique assim:</p>
<pre>group: files ldap
hosts: files dns
networks: files
passwd: files ldap
shells: files</pre>
<p>Para testar se tudo deu certo, digite:</p>
<pre>getent passwd # você verá os usuarios do sistema, a ultima linha estara listado o seu usuario
getent groups # você verá os grupos do sistema, a última linha estará listado o grupo criado</pre>
<p>Bom é isso, por hoje é só pessoAll, até a próxima parte.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Autenticação centralizada com Ldap, usando Postfix, Dovecot e Samba</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/08/autenticacao-centralizada-com-ldap-usando-postfix-dovecot-e-samba/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/08/autenticacao-centralizada-com-ldap-usando-postfix-dovecot-e-samba/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 23:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[dovecot]]></category>
		<category><![CDATA[ldap]]></category>
		<category><![CDATA[postfix]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá. Vou postar aqui uma série de 5 artigos mostrando como integrar os serviços de email (Postfix, Dovecot), e o servidor de arquivos Samba, para usarem a mesma base de autenticação, no caso com Openldap. Toda a brincadeira foi realizada em um FreeBSD 6.3 -p3, mais pode ser implantada em qualquer Linux sem problemas. Parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá.</p>
<p>Vou postar aqui uma série de 5 artigos mostrando como integrar os serviços de email (<a href="http://ut.ag/00k7w">Postfix</a>, <a href="http://ut.ag/00k7x">Dovecot</a>), e o servidor de arquivos <a href="http://ut.ag/00k7y">Samba</a>, para usarem a mesma base de autenticação, no caso com <a href="http://ut.ag/00k7z">Openldap</a>.</p>
<p>Toda a brincadeira foi realizada em um <a href="http://ut.ag/00k7+">FreeBSD </a>6.3 -p3, mais pode ser implantada em qualquer Linux sem problemas.</p>
<p>Parte 1 : Preparando o Openldap.</p>
<p>No FreeBSD, tento o <a href="http://ut.ag/00k7/">ports</a> instalado, pasta fazer o seguinte:</p>
<pre>cd /usr/ports/net/openldap24-server
make
make install</pre>
<p>As seguintes opções foram usadas:</p>
<pre>SASL
TCP_WRAPPERS
BDB
ACCESSLOG
LASTMOD
SEQMOD
SYNCPROV
DYNAMIC_BACKENDS</pre>
<p>Após isso, iremos instalar o nss_ldap, usado para integrar os usuários que serão cadastrados no openldap, ao sistema.</p>
<pre>cd /usr/ports/net/nss_ldap/
make
make install</pre>
<p>Agora vamos configurar nosso ldap.conf e slapd.conf para colocar o open-ldap no ar.</p>
<p>Vamos editar o arquivo /usr/local/etc/ldap.conf e adicionar a seguinte no arquivo</p>
<pre>BASE    dc=empresa,dc=com,dc=br</pre>
<p>Feito isso partimos para a configuração do slapd.conf, esse é o arquivo responsável pelo daemon do openldap.</p>
<p>Seguem as alterações necessárias:</p>
<pre>include         /usr/local/etc/openldap/schema/core.schema
include         /usr/local/etc/openldap/schema/cosine.schema
include         /usr/local/etc/openldap/schema/inetorgperson.schema
include         /usr/local/etc/openldap/schema/misc.schema
include         /usr/local/etc/openldap/schema/nis.schema

access to dn.exact=""
        by * read

access to attrs=userPassword,sambaLMPassword,sambaNTPassword
        by anonymous auth
        by self write
        by * none

access to attrs=shadowLastChange
        by self write
        by * none

access to *
        by read

loglevel 256

#######################################################################
# BDB database definitions
#######################################################################

database        bdb
suffix          "dc=empresa,dc=com,dc=br"
rootdn          "cn=Manager,dc=empresa,dc=com,dc=br"
rootpw          {SSHA}D9t3cIySlQg2ugQYeSD5bkB+ZqWPaasx
mode    0700
directory       /var/db/openldap-data
# Indices to maintain
index   objectClass     eq
index   cn,uid,sn       eq
index   gidNumber       eq
index   mail,givenName,mailAlternateAddress,displayName eq,pres,sub
index   default eq</pre>
<p>A senha no formato SSHA é obtida com o comando</p>
<pre>slappasswd  -s mInhaSenh@Secr37A</pre>
<p>Feito isso, vamos inserir a base do nosso banco, isso tudo em modo offline ainda.<br />
Crie um arquivo com o seguinte conteúdo:</p>
<pre>dn: dc=empresa,dc=com,dc=br
dc: empresa
objectClass: top
objectClass: domain</pre>
<p>Agora vamos inserir esse registro na base:</p>
<pre>slapadd -l MEU_ARQUIVO_TEMPORARIO -b 'dc=empreasa,dc=com,dc=br'</pre>
<p>Feito isso, nosso banco pode ser posto no ar.<br />
Adicione as seguintes flags ao seu arquivo /etc/rc.conf</p>
<pre>slapd_enable="YES"
slapd_flags='-h "ldapi://%2fvar%2frun%2fopenldap%2fldapi/ ldap://127.0.0.1/"'
slapd_sockets="/var/run/openldap/ldapi"</pre>
<p>Estas flags dizem para ativar o slapd no boot do bsd,  configura ele para ouvir em modo não ssl, em locallhost, e cria um unixsocket em /var. Abordagem com ssl será feita em outra etapa.</p>
<p>Agora vamos startar no OpenLdap</p>
<pre>/usr/local/etc/rc.d/slapd start</pre>
<p>Se tudo der certo, com um  simples &#8216;netstat -ln| egrep &#8220;\.389&#8243;&#8216; você verá uma saída semelhante a esta, informado que o slapd esta ouvindo na sua porta padrão:</p>
<pre>[root@propague /root]# netstat -ln| egrep "\.389"
tcp4       0      0  127.0.0.1.389          127.0.0.1.63586        ESTABLISHED
tcp4       0      0  127.0.0.1.63586        127.0.0.1.389          ESTABLISHED
tcp4       0      0  127.0.0.1.389          127.0.0.1.50995        ESTABLISHED
tcp4       0      0  127.0.0.1.50995        127.0.0.1.389          ESTABLISHED
tcp4       0      0  127.0.0.1.389          127.0.0.1.57821        ESTABLISHED
tcp4       0      0  127.0.0.1.57821        127.0.0.1.389          ESTABLISHED
tcp4       0      0  127.0.0.1.389          127.0.0.1.61773        ESTABLISHED
tcp4       0      0  127.0.0.1.61773        127.0.0.1.389          ESTABLISHED</pre>
<p>Para confirmar, execute:</p>
<pre>ldapsearch -x</pre>
<p>Deverá ser retornado a raiz de seu diretório informando que o mesmo foi criado com sucesso.<br />
Caso você não consiga por seu ldap para rodar, tente rodar ele como root e modo debug.</p>
<pre>/usr/local/libexec/slapd -d 256</pre>
<p>Na maioria das vezes o erro é causado por permissões inválidas no diretório onde o ldap guarda seus arquivos.<br />
Se for este o seu problema, você pode corrigir com o seguinte comando, e em seguida subir o daemon novamente</p>
<pre>chow -R ldap:ldap /var/db/openldap-db
chmod -R 600 /var/db/openldap-db</pre>
<p>Por hoje é isso, no próximo capitulo vamos inserir alguns usuários na base, e fazer o sistema enxergar eles, usando o nss, e editando o nsswitch.</p>
<p>Abraços e até mais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Replicando Bases Ldap em 10 minutos</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/06/replicando-bases-ldap-em-10-minutos/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/06/replicando-bases-ldap-em-10-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 20:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[freeebsd]]></category>
		<category><![CDATA[how-to]]></category>
		<category><![CDATA[ldap]]></category>

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		<description><![CDATA[Buenas. Configurações para replicar bases ldap usando o método syncrpl. No Servidor ldap Master adicione as seguintes linhas no slapd.conf, nas respectivas sessões: moduleload      syncprov index   entryCSN        eq index   entryUUID       eq overlay syncprov syncprov-checkpoint     100     10 syncprov-sessionlog     100 As 3 últimas linhas devem ir no final no arquivo abaixo das especificações dos bancos. As linha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Buenas.</p>
<p>Configurações para replicar bases ldap usando o método syncrpl.</p>
<p>No Servidor ldap Master adicione as seguintes linhas no slapd.conf, nas respectivas sessões:</p>
<pre>moduleload      syncprov

index   entryCSN        eq
index   entryUUID       eq

overlay syncprov
syncprov-checkpoint     100     10
syncprov-sessionlog     100</pre>
<p>As 3 últimas linhas devem ir no final no arquivo abaixo das especificações dos bancos.</p>
<p>As linha &#8216;syncprov-checkpoint     100     10&#8242; diz que é para forçar sincronização a cada 100 gravações, ou a cada 10 minutos. E a linha &#8216;syncprov-sessionlog     100&#8242; mantem um registro das ultimas 100 entradas sincronizadas.</p>
<p>Note que adicionamos duas entradas &#8216;index&#8217;, então devemos parar o slapd, e reindexar a base com um &#8216;slapindex -vv&#8217;. Após um chown -R ldap:ldap /var/db/ldap/*, e subimos o serviço novamente.</p>
<p>Do lado dos &#8216;slaves&#8217;, você deve adicionar o seguinte:</p>
<pre>index   entryCSN        eq
index   entryUUID       eq

syncrepl      rid=001
searchbase="dc=dominio,dc=com"
provider="ldaps://endereco.do.servidor.master"
binddn="cn=Manager,dc=dominio,dc=com"
bindmethod=simple
credentials="minhasenha"
filter="(objectClass=*)"
attrs="*,+"
#type="refreshOnly"
type="refreshAndPersist"
interval=00:00:05:00
retry="60 10 300 3"
scope=sub

updateref       "ldaps://endereco.do.servidor.master"</pre>
<p>Explicando as linhas:</p>
<p>rid 001: é o identificador interno, você pode ter várias sessões para sincronizar, esse número deve ser único para cada entrada, e não deve ter mais que 3 números;</p>
<p>searchbase: apartir de qual nó, do serivdor &#8216;master&#8217; deve-se iniciar o sincronismo;<br />
provider: é o endereço do servidor master;</p>
<p>binddn: bindmethod e credentials são os dados referentes a autenticação;<br />
filter, são quais objetos que desejamos sincronizar, objectClass=*, vai sincronizar todos os objetos;</p>
<p>attrs: especifica quais os atributos a serem sincronizados, &#8216;*,+&#8217; irá sincronizar todos os atributos;</p>
<p>type, pode vir a ser refreshOnly ou refreshAndPersist, no modo refreshAndPersist, é iniciado umaconexão ao servidor master, e a cada nova alteração no &#8216;master&#8217; a mesma já e atualizada no &#8216;slave&#8217;, no modo refreshOnly, o sincronimo ocorrerá apenas no interfao especificado pela variavel &#8216;interval;</p>
<p>interval: O tempo em que se deve conectar no master para sincronizar os dados, seu formato é &#8216;dd:hh:mm:ss&#8217; onde &#8216;dd&#8217; =&gt; dia, &#8216;hh&#8217; =&gt; hora, &#8216;mm&#8217; =&gt; minutos, &#8216;ss&#8217; =&gt; segundos. Um valor como &#8217;00:00:05:00&#8242;, representa uma atualização a cada 5 minutos</p>
<p>retry: especifica o tempo entre tentativas caso ocorra uma falha de conexão para a sincronização. O valor &#8217;60 10 300 3&#8242;, diz que é para executar 10 tentativas a cada 60 segundos, e caso estas falhem, é para executar mais 3 tentativas a cada 300 segundos.</p>
<p>scope=sub: especifica o nivel de sincronização, pode ser &#8216;sub,child, one ou  base&#8217;</p>
<p>Após tudo configurado basta reiniciar o slave, e partir pro abraço.</p>
<p>Não esqueça de copiar a base atual do master, via &#8216;slapcat&#8217; para o slave, inportando com um &#8216;slapadd&#8217;.<br />
A base no slave deve estar vazia antes da importação, e após importar, atribua o usuário ldap aos arquivos gerados no diretório onde está o banco.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/06/replicando-bases-ldap-em-10-minutos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cisco + Squid 2.6 + FreeBSD 6.3 = WCCP2</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/06/cisco-squid-26-freebsd-63-wccp2/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/06/cisco-squid-26-freebsd-63-wccp2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 22:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[cisco]]></category>
		<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[squid]]></category>
		<category><![CDATA[wccp]]></category>

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		<description><![CDATA[Buenas. Depois de sofridas semanas apanhando para fazer essa implantação, lendo muito manual, snifando tudo que dava, lendo código da interface &#8216;GRE&#8217; tá ai um mini how-to de com colocar tudo isso pra funcionar. Pra quem não conheçe muito, WCCP (Web Comunication Cache Protocol ) é um protocolo criado pela Cisco que visa diminuir seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Buenas.</p>
<p>Depois de sofridas semanas apanhando para fazer essa implantação, lendo muito manual, snifando tudo que dava, lendo código da interface &#8216;GRE&#8217; tá ai um mini how-to de com colocar tudo isso pra funcionar.</p>
<p>Pra quem não conheçe muito, WCCP (Web Comunication Cache Protocol ) é um protocolo criado pela Cisco que visa diminuir seu tráfego web, redirecionando eles para servidores Cache na sua rede, de forma transparente.</p>
<p>Ai você me diz, &#8216;tá mais eu já tenho isso com meu Linux/Bsd usando iptables/pf, tudo transparente e de forma perfeita&#8217;, então te respondo, e se teu Squid cair, oque acontece ? Sua navegação pára certo ?</p>
<p>Então com o wccp isso não acontece, pois o roteador antes de encaminhar os pacotes, verifica se existe algum servidor cache disponivel, se sim, ai então ele faz o redirecionameto do pacote, via tunel GRE, mantendo a requisição intacta.</p>
<p>A requisição chegando no Cache, então ela é redirecionada para a porta do Squid, usando a mesma técnica de proxy transparente que você já usa hoje. Se o squid tiver a página no cache, a mesma é devolvida para o cliente, se ele não tiver, então ele busca, cacheia, e devolve para o cliente.</p>
<p>Vamos lá, passos nescessários:</p>
<p>No Cisco, no modo &#8216;configure&#8217; faça o seguinte:</p>
<pre>
ip wccp web-cache
interface fastEthernet 0/1 #sua interface LAN
ip wccp web-cache redirect in
exit
exit
</pre>
<p>Compile o kernel do BSD com suporte a gre, adicionando a seguinte linha no seu arquivo de configuração do kernel:</p>
<pre>device                  GRE</pre>
<p>Detalhes de como compilar um kernel BSD, você encontra <a href="http://http://alexm.unetvale.com.br/blog/?p=34">aqui</a>.</p>
<p>Após compilado e rebootado o Server vamos criar o tunnel GRE:</p>
<pre>
ifconfig gre0 create
ifconfig gre0 IP_DESTE_SERVER 10.20.30.40 \
       netmask 255.255.255.255 link1 link2 \
       tunnel IP_DESTE_SERVER IP_INTERFACE_WAN_DO_CISCO up
</pre>
<p>No Firewall no caso pf.conf, vá as seguintes linhas redirecionando o trafego para o squid:</p>
<pre>
rdr on gre0 proto tcp from any to any port www -&gt; 127.0.0.1 port 3128
</pre>
<p>Agora a configuração do squid, adicione o seguinte no seu squid.conf</p>
<pre>
wccp2_router IP_LAN_CISCO
wccp2_forwarding_method 1
wccp2_return_method 1
wccp2_service standard 0
wccp2_address IP_DESTE_SERVER
</pre>
<p>Ok, restarte seu squid, e veja no cisco com o comando &#8216;show ip wccp&#8217; se ele está registrado, você vê isso, no item &#8216;Number of Service Group&#8217;, se estiver igual a 1, muito bem, está tudo pronto, e em teoria funcionando. Só fazer a requisição que o router vai interceptar e enviar para o squid.</p>
<p>Lembre-se este é um exemplo bem simples, onde não há preocupação com segurança.<br />
Você pode e deve, incrementar o cisco para permitir que apenas um grupo de Caches se registre nele, isso tudo via acl, e aplicando mais algumas regras no pf.conf para dar mais segurança ao servidor.</p>
<p>Um detalhe importante é a versão da IOS do Cisco.<br />
Nesse exemplo foi usada a versão 12.4(18), versão antigas a 12.4.11, possuem alguns bugs, entre eles um que você deve criar uma acl para excluir o &#8216;cache&#8217; da lista da rede a ser roteada, caso contrario entrará em loop.</p>
<p>Bom é isso, qualquer dúvida é só entrar em contato.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>XEN: FreeBSD domU com HVM em hardware Intel VT</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/06/xen-freebsd-domu-com-hvm-em-hardware-intel-vt/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/06/xen-freebsd-domu-com-hvm-em-hardware-intel-vt/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 23:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[xen]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8212;&#8211;English&#8212;- For those who are  trying to install the freebsd on a Intel VT hardware based, in  full-virtualized (hvm) mode in XEN, which is not necessary any change in the system, here is a hint that save you. In compiling of the packages xen, and xen-tools, in the command &#8216;make&#8217;, you must add the variable [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8212;&#8211;English&#8212;-</p>
<p>For those who are  trying to install the freebsd on a Intel VT hardware based, in  full-virtualized (hvm) mode in XEN, which is not necessary any change in the system, here is a hint that save you.</p>
<p>In compiling of the packages xen, and xen-tools, in the command &#8216;make&#8217;, you must add the variable &#8216;vmxassist = n&#8217;.</p>
<p>Both in make xen, and in make install.</p>
<p>In Gentoo Linux, as the whole process is done via emerge, you need to change the ebuilds, to add these variables.</p>
<p>Those who need them is only contact me.</p>
<p>See you soon, and sorry for my poor english. I do my best.</p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p>Buenas.</p>
<p>Para quem tá sofrendo tentando instalar o FreeBsd em hardware Intel VT, no modo full-virtualized ( hvm ) no XEN, onde não é necessária nenhuma alteração no sistema, aqui vai a dica que salvará você.</p>
<p>Ao Compilar os pacotes xen, e xen-tools, no comando &#8216;make&#8217;, você deve adicionar a variável &#8216;vmxassist=n&#8217;.</p>
<p>Tanto no make xen, como no make install.</p>
<p>No Gentoo Linux, como todo o processo é feito via emerge, você precisar alterar as ebuilds, para adicionar estas variaveis.</p>
<p>Quem precisar delas é só entrar em contato.</p>
<p>Abraços e boa Virtualização.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicas Rápidas do vim</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/dicas-rapidas-do-vim/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/dicas-rapidas-do-vim/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 01:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[vim]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguem algumas dicas baseadas no Vim 7.1 Abrir mais de um arquivo na mesma janela, dividindo a tela ao meio horizontalmente: vi -o /tmp/arquivo1 /tmp/arquivo2 &#8230; Para dividir verticalmente, use -O, e para alternar entre as janelas, ctrl + w + w Estando com o VI aberto em um arquivo e querendo abrir outro basta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguem algumas dicas baseadas no Vim 7.1</p>
<p>Abrir mais de um arquivo na mesma janela, dividindo a tela ao meio horizontalmente:</p>
<p>vi -o /tmp/arquivo1 /tmp/arquivo2 &#8230;</p>
<p>Para dividir verticalmente, use -O, e para alternar entre as janelas, ctrl + w + w</p>
<p>Estando com o VI aberto em um arquivo e querendo abrir outro basta digitar</p>
<p>ctrl + w + n, a tela será dividia, agora &#8216;:vi /caminho/do/arquivo&#8217;</p>
<p>Para alterar o layout das janelas abertas, use: ctrl + w + k para levar a janela atual para cima,</p>
<p>ctrl + w + j , para leva-la para baixo, ctrl + w + l para leva-la ao lado direito, e ctrl + w + h para leva-la ao lado esquerdo.</p>
<p>Para ir ao shell, sem sair do vi, basta digitar um &#8216;:shell&#8217;, você receberá o shell, quando terminar, um ctrl + d, levará você ao vi novamente.</p>
<p>Apagar um endereço de ipv4 no meio do texto, é só teclar 7dw no modo comando, no inicio do ip.</p>
<p>Abraços e até.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ativando o Debug no Console do Cisco IOS</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/ativando-o-debug-no-console-do-cisco-ios/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/ativando-o-debug-no-console-do-cisco-ios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 20:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[cisco]]></category>
		<category><![CDATA[debug]]></category>

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		<description><![CDATA[Dica rápida para ver os pacotes passando pelas interfaces do seu Cisco no console: router.ri.unetvale#configure t router.ri.unetvale(config)#no logging on router.ri.unetvale#debug ip packet Você já deverá ver no console mensagens de pacotes correndo pela tela. Para para, digite router.ri.unetvale# no debug all Você ainda pode ter outros tipos de filtro como por exemplo: #debug apenas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dica rápida para ver os pacotes passando pelas interfaces do seu Cisco no console:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="cisco" style="font-family:monospace;">router.ri.unetvale#configure t
router.ri.unetvale(config)#no logging on
router.ri.unetvale#debug ip packet</pre></div></div>

<p>Você já deverá ver no console mensagens de pacotes correndo pela tela.<br />
Para para, digite</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="cisco" style="font-family:monospace;">router.ri.unetvale# no debug all</pre></div></div>

<p>Você ainda pode ter outros tipos de filtro como por exemplo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="cisco" style="font-family:monospace;">#debug apenas de http
router.ri.unetvale#debug ip http
&nbsp;
#igmp
router.ri.unetvale#debug ip igmp
&nbsp;
#roteamento
router.ri.unetvale#debug ip routing
&nbsp;
#nat
router.ri.unetvale#debug ip nat</pre></div></div>

<p>Mais informações aqui: <a href="http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/12_0/debug/command/reference/dipdrp.html#wp4599">Cisco</a></p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/ativando-o-debug-no-console-do-cisco-ios/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Compilando o Kernel do FreeBSD</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/compilando-o-kernel-do-freebsd/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/compilando-o-kernel-do-freebsd/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 19:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[howto]]></category>
		<category><![CDATA[kernel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://alexm.unetvale.com.br/blog/?p=34</guid>
		<description><![CDATA[Bom em alguns artigos anteriores falando sobre freeBSD, foi necessário a recompilação do kernel do mesmo. Aqui vai um mini-how de como compilar o kernel, do freeBSD Tendo os fontes do kernel instalado , entre no diretório /usr/src/sys/&#60;arquitetura&#62;/conf/. Onde arquitetura será a correspondente a arquitetura da sua máquina (i386,amd64,ia64). Copie o arquivo GENERIC para um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom em alguns  artigos anteriores falando sobre freeBSD, foi necessário a recompilação do kernel do mesmo.</p>
<p>Aqui vai um mini-how de como compilar o kernel, do freeBSD</p>
<p>Tendo os fontes do kernel instalado , entre no diretório /usr/src/sys/&lt;arquitetura&gt;/conf/.</p>
<p>Onde arquitetura será a correspondente a arquitetura da sua máquina (i386,amd64,ia64).</p>
<p>Copie o arquivo GENERIC para um arquivo que você usaŕa para seu kernel, por exemplo MEUKERNEL.</p>
<p>Edite o arquivo meu kernel, e adicione ou retire as opções que você desejar, por exemplo, para adicionar o suporte a PF (PacketFilter) e a Vlans, adicionas as seguintes linhas no final do arquivo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash bash" style="font-family:monospace;">device          pf
device          pflog
device          pfsync
options         ALTQ
options         ALTQ_CBQ
options         ALTQ_RED
options         ALTQ_RIO
options         ALTQ_HFSC
options         ALTQ_CDNR
options         ALTQ_PRIQ
options         ALTQ_NOPCC
options         BRIDGE
&nbsp;
device          vlan</pre></div></div>

<p>Agora digite</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash bash" style="font-family:monospace;">conf MEUKERNEL
<span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">cd</span> ..<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>compile<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>MEUKERNEL<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> clean;
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> cleandepend;
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> depend;
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span>;
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">make</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span></pre></div></div>

<p>Pronto, basta  rebotar para ter as nova opções de seu kernel ativadas.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/compilando-o-kernel-do-freebsd/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando VLANS no FreeBSD</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/criando-vlans-no-freebsd/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/criando-vlans-no-freebsd/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 19:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[howto]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[vlan]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://alexm.unetvale.com.br/blog/?p=33</guid>
		<description><![CDATA[Para começar compile o kernel do freeBSD com suporte a vlan, adicionado a linha abaixo no seu arquivo de configuração de Kernel. device vlan Após kernel, compilado e rebotado, vamos as mágicas: No rc.conf vão as seguintes linhas: cat /etc/rc.conf &#160; #aqui vão as id das vlans que você vai criar cloned_interfaces=&#34;vlan12 vlan14&#34; &#160; #subimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para começar compile o kernel do freeBSD com suporte a vlan, adicionado a linha abaixo no seu arquivo de configuração de Kernel.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash bash" style="font-family:monospace;">device          vlan</pre></div></div>

<p>Após kernel, compilado e rebotado, vamos as mágicas:</p>
<p>No rc.conf vão as seguintes linhas:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cat</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>rc.conf
&nbsp;
<span style="color: #666666; font-style: italic;">#aqui vão as id das vlans que você vai criar</span>
<span style="color: #007800;">cloned_interfaces</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;vlan12 vlan14&quot;</span> 
&nbsp;
<span style="color: #666666; font-style: italic;">#subimos a interface que ira receber as vlans para UP</span>
<span style="color: #007800;">ifconfig_xl0</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;up&quot;</span>
&nbsp;
<span style="color: #666666; font-style: italic;">#criamos nossa vlan12</span>
<span style="color: #007800;">ifconfig_vlan12</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;inet 10.1.1.1 netmask 255.255.255.0 vlan 12 vlandev xl0&quot;</span>
&nbsp;
<span style="color: #666666; font-style: italic;">#criamos nossa vlan14</span>
<span style="color: #007800;">ifconfig_vlan14</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;inet 10.1.2.1 netmask 255.255.255.0 vlan 14 vlandev xl0&quot;</span>
&nbsp;
<span style="color: #666666; font-style: italic;">#adicinamos um aliaas a vlan14 (2 ips na mesma interface)</span>
<span style="color: #007800;">ifconfig_vlan14_alias0</span>=<span style="color: #ff0000;">&quot;inet 10.1.3.1 netmask 255.255.255.0&quot;</span></pre></div></div>

<p>Bom é isso, reboote, ou digite</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sh</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>rc.d<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>netif restart</pre></div></div>

<p>Abraços e até.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2008/05/criando-vlans-no-freebsd/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Automatize a criação de Vhosts com o mod_macro no apache</title>
		<link>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2007/12/automatize-a-criacao-de-vhosts-com-o-mod_macro/</link>
		<comments>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2007/12/automatize-a-criacao-de-vhosts-com-o-mod_macro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 15:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexm</dc:creator>
				<category><![CDATA[freebsd]]></category>
		<category><![CDATA[gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[apache]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[vhosts]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://alexm.unetvale.com.br/blog/?p=7</guid>
		<description><![CDATA[Mãos a Obra: Página do módulo: http://www.coelho.net/mod_macro/ Para instalar no Gentoo, apenas digite: emerge mod_macro e espere terminar, após isso, edite o arquivo /etc/conf.d/apache2/ e adicione na linha APACHE2_OPTS a seguinte entrada: &#8220;-D MACRO&#8221; Agora vamos criar nosso template de vhost. Criamos o arquivo &#8216;/etc/apache2/vhosts.d/01.vhosts.macro.conf, com o seguinte conteudo &#60;macro Virtual $server $docroot&#62; &#60;virtualhost&#62; servername [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mãos a Obra:</p>
<p>Página do módulo: http://www.coelho.net/mod_macro/</p>
<p>Para instalar no Gentoo, apenas digite:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash bash" style="font-family:monospace;">emerge mod_macro</pre></div></div>

<p>e espere terminar, após isso, edite o arquivo /etc/conf.d/apache2/ e adicione na linha APACHE2_OPTS  a seguinte entrada: &#8220;-D MACRO&#8221;</p>
<p>Agora vamos criar nosso template de vhost.<br />
Criamos o arquivo &#8216;/etc/apache2/vhosts.d/01.vhosts.macro.conf, com o seguinte conteudo</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="apache apache" style="font-family:monospace;">&lt;macro Virtual $server $docroot&gt;
&lt;<span style="color: #000000; font-weight:bold;">virtualhost</span>&gt;
        <span style="color: #00007f;">servername</span> $server
        <span style="color: #00007f;">documentroot</span> $docroot
&nbsp;
        &lt;<span style="color: #000000; font-weight:bold;">ifmodule</span>&gt;
                ServerEnvironment apache apache
        &lt;/<span style="color: #000000; font-weight:bold;">ifmodule</span>&gt;
&lt;/<span style="color: #000000; font-weight:bold;">virtualhost</span>&gt;
&lt;/macro&gt;
&nbsp;
<span style="color: #00007f;">Include</span> /etc/apache2/vhosts.d/vhosts.<span style="color: #00007f;">include</span></pre></div></div>

<p>e no arquivo Include /etc/apache2/vhosts.d/vhosts.include, indicamos nossa macro e passamos os parâmetros:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="apache apache" style="font-family:monospace;"> Use Virtual meusite1.com.br /var/www/meusite1.com.br/htdocs/
 Use Virtual meuoutrosite.com.br /var/www/meuoutrosite/htdocs/</pre></div></div>

<p>Bom é isso, muito menos código em seus arquivos para criar vhosts.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://alexm.unetvale.com.br/blog/2007/12/automatize-a-criacao-de-vhosts-com-o-mod_macro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

